
Convés
Entrada: Deckhand
Exterior do barco, amarrações, manutenção, tenders e brinquedos aquáticos.
- Deckhand
- Bosun
- Oficial
- Capitão
Uma indústria pequena, muito bem paga e quase desconhecida em Portugal. Isto é o que tens de saber antes de tentares entrar.
3.000 € a 4.000 €
por mês em cargos de entrada, em iates de maior dimensão
Sem experiência
há cargos pensados para quem começa
2 épocas
Mediterrâneo no verão, Caraíbas no inverno
Dormes, comes e trabalhas no mesmo sítio. É isso que torna possível poupar: casa, comida e muitas vezes a farda são pagas pelo barco. Mas também significa que, na época alta, podes passar semanas sem um dia livre, com hóspedes a bordo e dias longos. Fora da época, o ritmo muda: manutenção, estaleiro e mais descanso. É um trabalho de picos, não um horário das 9 às 17.
Toda a tripulação está dividida em departamentos, e quase toda a gente entra por um dos dois primeiros.

Entrada: Deckhand
Exterior do barco, amarrações, manutenção, tenders e brinquedos aquáticos.

Entrada: Stewardess/Steward júnior
Serviço aos hóspedes, cabines, lavandaria, mesa e detalhe.

Entrada: com experiência prévia
Refeições para donos, hóspedes e tripulação, sem margem para erro.

Entrada: com formação técnica
Motores, geradores, eletricidade, hidráulica e climatização.
Intervalos mensais de referência em iates de maior dimensão. Variam com o barco, a bandeira e a experiência. Não são uma promessa de rendimento.
Formação obrigatória em segurança marítima. É presencial, dura cerca de uma semana e sem ela ninguém te contrata.
Exame que prova que estás apto para trabalhar no mar. É o mais pedido pelo setor.
A língua de trabalho a bordo. Não precisas de ser fluente, mas tens de comunicar com a tripulação e os hóspedes.
Passaporte válido e, para barcos que vão aos EUA ou às Caraíbas, normalmente visto B1/B2. Explicamos os passos em detalhe.
Os capitães contratam pessoas com quem querem viver meses. Postura, apresentação e disponibilidade pesam tanto como o CV.
É assim que quase toda a gente entra. O que não funciona é ficar em casa a enviar CVs genéricos.
Trabalhos pagos ao dia, a limpar, pintar ou preparar barcos na marina. Dá-te experiência real, referências e contactos, e muitos contratos fixos nascem daqui.
Percorrer as marinas com o CV impresso, a falar diretamente com as tripulações. É desconfortável, mas é das formas mais eficazes de entrar, se fores ao sítio certo na altura certa.
A indústria move-se por épocas e a contratação acontece nos meses antes de cada uma. Chegar tarde pode custar-te uma época inteira.
Mediterrâneo
Época Mai–Set · Contratação Fev–Mai
Caraíbas
Época Nov–Abr · Contratação Set–Nov
A contratação concentra-se em poucos portos. Se vais fazer dockwalking, escolher o porto certo muda tudo.
O maior centro de iates da Europa, com agências, escolas e muito daywork.
O coração da Riviera Francesa e de muitos dos maiores barcos do Mediterrâneo.
A base de preparação para a época das Caraíbas.
Em paralelo, as agências de tripulação e as plataformas online publicam ofertas todos os dias. Inscrever-te é fácil; ser chamado depende do teu perfil.
Primeiro STCW e ENG1. O resto só quando souberes para que departamento vais.
O setor tem um formato próprio, com foto profissional. Um CV normal vai direto para o lixo.
Aparecer em julho em Palma é chegar quando os barcos já estão cheios.
Escolhe um departamento e prepara-te para ele. Quem quer tudo não convence ninguém.
É o filtro que elimina mais candidatos, e o mais fácil de trabalhar com tempo.
Os capitães procuram-te online. O teu perfil faz parte da candidatura.
Na masterclass grátis mostro-te a ordem exata dos passos, conforme a tua situação.
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